Faltam (calculando..) dias para o fim de mais um mandato de LULLA.

Praça darmas

Marinha

  Obrigado, campanhas

 
 

Obrigado, campanhas

Um feliz e seguro Natal a todos os soldados e fuzileiros que representam a nação no Haiti, muitas vezes esquecidos pelos altos escalões.



Escrito por molleri às 09h05
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  Não vai faltar escolta...

 
 

Não vai faltar escolta...

Remadoras britânicas pretendem atravessar nuas oceano Atlântico

Objetivo é remar mais de 4.800 quilômetros durante a viagem.
Elas vão remar completamente nuas para reduzir o atrito com a roupa.(G1)



Escrito por molleri às 16h18
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  Shame on you, Admiral

 
 

Shame on you, Admiral

 

 

Um almirante encrencado ...(e encrenqueiro)

Ontem, sem alarde, o presidente do Conselho de Administração do Iate Clube do Rio de Janeiro, o almirante Euclides Janot de Matos, pediu licença do cargo para tratar de "assuntos particulares" – um eufemismo para camuflar a embrulhada dos diabos em que Janot está metido.

Há quinze dias, Janot foi preso pela Polícia Federal. Estava envolvido com um grupo acusado da importação de mercadorias subfaturadas, para as quais usava notas fiscais falsas. Até dois anos atrás, Janot era o chefe do Estado-Maior da Marinha, o segundo homem na hierarquia e o mais cotado em todas as listas de sucessão para chegar ao comando da Força. Foi também diretor de compras da Marinha. No Ministério Público Federal, foi investigado pela suspeita de ter ganhado um veleiro, o Bucaneiro, como pagamento por intermediação irregular de negócios - seria um presente do estaleiro cujos donos foram presos agora, na mesma operação.    

O pedido de licença por tempo indeterminado foi feito numa reunião reservada. Janot não aparece no Iate, um dos mais exclusivos do Rio deJaneiro, desde que saiu da prisão. (Radar on line - VEJA)

Este blogueiro havia cantado a pedra lá atrás (2007) sob o título "Encalhou na baixa-mar" (http://pracadarmas.zip.net/arch2007-02-11_2007-02-17.html)


 

 



Escrito por molleri às 09h59
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  Missão cumprida!

 
 

Missão cumprida!

 

 

TÉRMINO DAS BUSCAS DO VOO 447 DA AIR FRANCE

O Comando da Marinha e o Comando da Aeronáutica informam que, ao final do dia de hoje, 26 de junho, foi oficialmente dada por encerrada a maior e mais complexa Operação de Busca e Resgate já realizada pelas forças armadas brasileiras em área marítima, tanto no aspecto duração quanto na magnitude de meios empregados.

Nesses 26 dias de buscas aos passageiros e tripulantes do voo Air France 447, que desapareceu quando voava na rota Rio de Janeiro (RJ) – Paris (França), na noite de 31 de maio de 2009, foram resgatados 51 corpos e mais de 600 partes e componentes estruturais da aeronave, além de bagagens diversas.

A razão técnica que determinou o término das buscas é a impraticabilidade de se avistarem sobreviventes ou corpos, objetivo primordial da Operação, já decorridos 26 dias do acidente. Do dia 12 de junho ao dia 26, período de 15 dias, apenas dois corpos foram resgatados, sendo o último no dia 17. Nos últimos nove dias, nenhum corpo ou despojo foi avistado.

Os 51 corpos resgatados foram entregues à Policia Federal e à Secretaria de Defesa Social de Pernambuco para os trabalhos de identificação. Os destroços da aeronave e as bagagens recolhidas foram entregues ao Bureau D´Enquêtes et D´Analises Pour la Securité de I´Aviation Civile (BEA). A investigação sobre os fatores que contribuíram para o acidente também é de responsabilidade do BEA e conta com o apoio do setor correspondente no Brasil, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

Em 26 dias de operação continuada sob responsabilidade do Brasil, em atendimento a compromissos internacionais de busca e salvamento, a Força Aérea Brasileira utilizou 12 aeronaves e contou com o apoio de aviões da França, dos EUA e da Espanha. A Marinha do Brasil atuou com 11 navios em revezamento na área de buscas, totalizando cerca de 35 mil milhas navegadas, aproximadamente oito vezes a extensão da costa brasileira.

Foram voadas cerca de 1500 horas, tendo sido realizadas buscas visuais numa área correspondente a 350 mil quilômetros quadrados, mais de três vezes a dimensão do estado de Pernambuco. O avião R-99, por sua vez, realizou busca eletrônica numa área correspondente a dois milhões de quilômetros quadrados, oito vezes a dimensão do estado de São Paulo.

Foram diretamente envolvidos na Operação 1.344 militares da Marinha do Brasil e 268 da FAB, perfazendo mais de 1.600 profissionais nas tarefas de busca, resgate e suporte a essas atividades. 

Permanecem na área de buscas os meios navais dedicados a captar emissões das caixas de dados e voz da aeronave acidentada, coordenados pela França.
Toda a Operação de busca esteve sob a responsabilidade direta do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), por meio do SALVAERO Recife em coordenação com o SALVAMAR Nordeste, e atendeu ao previsto no anexo 12 da Convenção de Chicago, efetivado em 1950, que estabelece o compromisso dos países signatários com as operações de busca e salvamento nas suas áreas de jurisdição. 

Conscientes de suas atribuições, os tripulantes e demais integrantes do Comando da Marinha e do Comando da Aeronáutica fazem do seu labor nessa jornada a maneira justa de ofertar reverência à dor que marca famílias brasileiras e a comunidade internacional.

 

 



Escrito por molleri às 19h52
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  Eu já sabia...

 
 

Eu já sabia...

Resgate do vôo 447: show de eficiência

"Elogiada na França, a eficiência da Marinha e da FAB ganha contornos de heroísmo. Além de fazerem funcionar navios gravemente atingidos pelos cortes de verbas, os militares abrem mão até de suas vidas: a tripulação da fragata Constituição, por exemplo, estava há 70 dias fora de casa, no Rio, retornando de exercício nos Estados Unidos, quando seguiu de Salvador para a área da tragédia. Por tempo indeterminado.

Barroso

O empenho da Marinha no resgate do vôo 477 honra a célebre frase do Almirante Barroso: “O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever”.

 Outro milagre

A corveta Caboclo, que saiu de Maceió e foi a primeira a resgatar corpos de vitimas, é um milagre da Marinha: funciona há 55 anos.

 Custo alto

As fragatas Constituição e Bosísio consomem, cada uma, 30 mil litros de combustível por dia na operação de resgate." (Claudio Humberto 13/06/09)



Escrito por molleri às 14h01
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  Yo soy usted, mañana

 
 

Yo soy usted, mañana

 

Ya no despide al buque Escuela en su viaje de estudios el Presidente de la
Nación, ni el Ministro de Defensa (o de Marina cuando lo había).
Este año la Ministro de Defensa no se dignó hacerlo, y para completar el
panorama, se hizo repesentar por la Sub Secretaria de Formación (Tercer
nivel dentro del ministerio ).
A continuación un breve informe de la ceremonia, y como anexo  la foto
oficial, que es fundamental ver.
 
 
Representante de la Ministra en la Despedida de la Fragata ARA "Libertad"
 
El acto, presidido por el jefe del Estado Mayor Excmo. Sr General de la Armada,
Almirante Jorge Omar Godoy, contó con la presencia de la Subsecretaria de
Formación, doctora Sabina Frederic, en representación de la Ministra de Defensa.
Es Licenciada en Antropología Social. Recibida en 1991 en la Universidad de
Bs As. Siempre anduvo metida con los villeros de F. Varela, Quilmes y
Solano. Colaboro desde siempre con las Madres de
Plaza de Mayo. Por medio de estas consiguió un puesto de profesora en la
Universidad de Quilmes. Y una beca de un grupo de antropología de Holanda.
 
Las personas no solo se expresan con palabras. Su presentación personal…todo
un mensaje. 

(colaboração do vilaça)

 



Escrito por molleri às 21h38
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  The END

 
 

The END

A fantasiosa estratégia

Luiz Gonzaga Lessa

Assisti a palestra do ministro Nelson Jobim no Clube Militar sobre a nova Estratégia Nacional de Defesa - END, tão comentada nos últimos tempos.

Foi desolador ouvir o titular da pasta, por quase 3 horas, desfiar objetivos, metas, prioridades, princípios que, longe de convencerem, despertaram inquietação e pasmo pelo seu alto conteúdo teórico, calcado em falsas premissas de democratização, subordinação do militar ao poder civil e sua efetiva retirada do processo político brasileiro, alheando-o das grandes decisões nacionais.

Desembaraçado, com bom domínio da platéia, o ministro dissecou a dita END, as suas origens e a metodologia que foi aplicada na sua elaboração, e ao longo da exposição ficou muito evidente a falta de consistência das idéias apresentadas, pelo total alheamento com a realidade do país, seja qual for o campo que se considere - político,
diplomático, científico, econômico, psicossocial - estabelecendo metas tão absurdas e descompromissadas com o tempo que, por pouco, faltou prever a nossa ida á lua, à marte ou, quiçá, até mesmo ao sol, ao longo dos próximos 50, 100 ou 1000 anos.

O descomprometimento temporal, a não convergência com as condicionantes políticas brasileiras de não se prosseguir projetos de governos passados, a ausência de orçamento econômico-financeiro de longo prazo, o descompasso técnico-científico que vive o país com até mesmo grandes dificuldades de absorção de novas tecnologias, põem por terra as supostas benesses que possibilitariam transformar as Forças Armadas Brasileiras em efetiva e confiável máquina de guerra.

É difícil citar projetos que vingaram e se firmaram na Nação desafiando sucessivos governos, sendo o mais evidente de todos eles o da Petrobras. Nada garante que os futuros governos aceitem, como prioritárias, as premissas estatuídas na referida Estratégia e deem a ela prosseguimento ao longo dos próximos 50 anos. É pura utopia assim pensar.

Talvez alguma coisa dê frutos e, como princípios a seguir, foram bem colocados a transferência de tecnologia na aquisição dos diferentes materiais e o incentivo à indústria nacional de defesa.

Todavia, nenhuma palavra sequer foi dita com o intuito de reverter as atuais fragilidades das Forças Armadas, com carências de toda ordem, obsolescência dos seus equipamentos e armamentos, precariedade dos seus sistemas logísticos, limitações no adestramento e na qualificação dos seus quadros e muitas outras, pois, nesse caso, o ministro teria que sair das suas considerações essencialmente teóricas e fora da realidade para efetivamente. se engajar e o atual governo na alocação de vultosos recursos que possibilitariam reverter tão preocupante cenário que ameaça até mesmo a soberania do país. 

É fácil, mas sem sentido, elaborar um documento de tal envergadura jogando para os futuros governos a responsabilidade da sua viabilização. Na realidade, é com "forças desarmadas" que dispõe o país para a sua defesa, incapazes de se oporem com razoável grau de sucesso a possíveis investidas inimigas, sejam elas de que origem for.

A responsabilidade por esse desastroso quadro é dos políticos, tem nome e sobrenome - poder civil- que vem governando o país por mais de 20 anos e que não atribui ao seu segmento militar as prioridades que ele necessita.

Se fosse uma estratégia séria, teria previsto metas e objetivos a serem atingidos ao longo do tempo, comprometendo orçamentos econômicos e financeiros realistas para alcançá-los, conferindo em primeira mão alta prioridade à reversão do atual e melancólico quadro em que as Forças Armadas se encontram.

Mas isso o ministro não poderia garantir, particularmente face à atual conjuntura econômica mundial. Por isso, esquivou-se.

De fato. o que temos presenciado é o corte nos orçamentos militares, a considerável redução nas despesas de custeio e de investimentos e no número de conscritos a serem incorporados. Essa é a realidade das Forças Armadas e não a ficção, o sonho quimérico, lunático, que o ministro pretendeu vender como uma verdade futura.

Considerar a Amazônia como área prioritária não constitui novidade. Há muito tempo assim o entendem as Forças Armadas, especialmente o Exército, quando nos últimos 20 anos para lá transferiu várias das suas brigadas. Mas é chocante confrontar-se os ditames da atual Estratégia com as enormes dificuldades com que civis e militares lá se defrontam. quando até mesmo as condicionantes básicas de vida estão muitas vezes ausentes nos pelotões de fronteira, onde, ainda hoje, são raridades a energia elétrica, o esgoto, a água tratada e encanada, as comunicações confiáveis etc.

Antes de sonhar com esse hipotético soldado do futuro, réplica crioula de um mimetizado "X-Man", é preciso cuidar do soldado do presente, tão esquecido e desprezado nessa Estratégia.

Considerar que os problemas que envolvem a TI Raposa Serra do Sol não ameaçam à soberania do país e que, também, não são da alçada do Ministério da Defesa é um lastimável engano e uma grande decepção pela miopia da visão distorcida, pela não valorização da unidade nacional e pelo desconhecimento ou menosprezo das pressões
internacionais sobre a Amazônia.

Pobre das Forças Armadas que continuarão sendo iludidas por aqueles que sobre elas têm responsabilidade, prometendo-lhes mundos e fundos que nunca virão, tônica presente em todos os últimos governos, a despeito da lealdade, competência e eficiência com que vêm servindo a Nação!

Infelizmente, e o futuro dirá, a Estratégia Nacional de Defesa é mais um engodo, mais um desvario megalomaníaco, um documento para "inglês ver" e do qual não sairão Forças Armadas efetivamente dotadas de poder combativo capaz de respaldar o país na defesa dos seus mais altos interesses.
_________________________

LUIZ GONZAGA S. LESSA é general, comandou o Exército na Amazônia e presidiu o Clube Militar.  



Escrito por molleri às 09h34
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  SAR no Atântico Sul

 
 

SAR no Atântico Sul

 

 

Casal é resgatado pela Marinha a dois mil quilômetros da costa do Rio

Veleiro de 32 pés sofreu avarias após enfrentar ondas de oito metros

 

"Um casal - o sul-africano Gerard Haves, de 63 anos, e a inglesa Patrícia Holland, de 59 - foi resgatado por uma fragata do 1º Distrito Naval da Marinha a dois mil quilômetros da costa do Rio. No dia 1º , a bordo do veleiro Dalkiri (de 32 pés, cerca de dez metros), eles pediram socorro, que foi recebido pelo veleiro americano Far Away que também atravessava o Oceano Atlântico. O sinal foi retransmitido para uma estação de rádio na África do Sul, que acionou o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento de Cape Town, na Cidade do Cabo (África do Sul). As autoridades africanas comunicaram o caso, então, à Marinha brasileira.

Gerard e Patrícia - que já estiveram no Brasil várias vezes e estavam dando a volta ao mundo - saíram de Santa Catarina em direção à África do Sul no dia 30 de abril, mas enfrentaram, no meio do Oceano Atlântico, uma forte tempestade com ondas de até oito metros e ventos de cerca de 40 nós (72km/h). Com muitas avarias, o barco passou a fazer água. Depois de fazer contato com o veleiro, o comando do 1º Distrito Naval acionou a Fragata Bosísio, que seguiu para o local com um helicóptero a bordo.

 

Resgate arriscado em alto-mar salvou casal

O casal foi resgatado numa manobra arriscada conhecida como pickup: os dois foram puxados por um cabo acionado do alto pelo helicóptero. O barco, que já estava afundando, foi abandonado. Gerard Haves e Patrícia deverão chegar ao Rio entre os dias 8 e 9. Eles serão levados para o Clube Naval, em Niterói, onde será feita uma campanha para doação de roupas e alimentos, já que eles perderam tudo.

O diretor de náutica do Clube Naval Charitas, Geraldino Moraes, disse que eles ficarão hospedados no hotel do clube, com todas as despesas pagas, até resolverem a situação para voltarem para a África do Sul.

Em terra, o resgate foi comemorado pelo comandante do 1º Distrito Naval, vice-almirante Gilberto Max Roffé Hirschfeld:

- O importante é que, como resultado de todo esforço despendido, duas vidas humanas foram salvas." (O Globo)

 

BRAVO ZULU a todos os marinheiros que participaram dessa missão!

 

 



Escrito por molleri às 15h23
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  Cutucando a onça...

 
 

Cutucando a onça...

        

Seal x pirata Somali . Vai encarar?

"Fontes da inteligência dos EUA, reportaram que o capitão Richard Phillips, 53, em poder de piratas somalis desde quarta-feira, foi liberado neste domingo numa operação em que três de seus quatro raptores foram mortos. Ainda não há maiores detalhes sobre o evento que levou à libertação do capitão americano, mas o Departamento de Estado dos EUA já confirmou o resgate.

"Posso confirmar que o capitão Philipps foi recuperado são e salvo", declarou Laura Tischler, uma porta-voz do Departamento de Estado, à agência France Presse. Ela não precisou, no entanto, se a libertação ocorreu após a intervenção de forças militares americanas.

A rede americana CNN, com base em autoridades militares, informou que o quarto pirata somali foi preso e que o capitão americano foi resgatado sem ferimentos."

Cutucaram os "caras" errados!



Escrito por molleri às 15h53
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  Arapongagem estatal

 
 

Arapongagem estatal

O desmonte da legislação e das estruturas de inteligência em segurança da informação criadas pelos militares sob o pretexto de remover o "entulho autoritário" deram nisso aí!

Se arapongas caipiras como esse delegado têm, em casa, informações sobre tudo e todas as falcatruas da República, imaginem o que está em poder dos profissionais da CIA, KGB, dos cubanos, dos israelenses  e dos espiões industriais?

Estou cético. Para fazer uma faxina completa na área só um novo AI-5.



Escrito por molleri às 19h24
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  Isso é Marinha

Isso é Marinha

 

Navio da Marinha leva 20 toneladas de doações a Itajaí

Fuzileiros navais e médicos ajudarão a distribuir material e montarão ambulatório no píer turístico

"O navio rebocador Tritão, da Marinha, atracou por volta das 13h30min no píer turístico de Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, carregado com 20 toneladas de doações, como roupas, alimentos, remédios, colchões e 15 mil litros de água.

Também chegaram à cidade 70 fuzileiros navais, que ajudarão na distribuição do material, e médicos, que montarão um ambulatório para atender necessidades básicas nas proximidades do píer.

A coleta das doações foi feita pela Marinha, pelos bombeiros e por uma rede de supermercados em Rio Grande (RS), de onde o navio saiu no sábado. A viagem até Itajaí durou 51 horas. O navio, geralmente usado para socorrer embarcações em alto-mar, deve ficar dez dias na cidade.

As doações foram retiradas do navio, colocadas em um caminhão e levadas para o Parque da Marejada, onde as doações são separadas. A água, necessidade mais urgente, seguiu direto para os bairros atingidos, como o Promorar." (DC)

Obrigado povo Rio-grandense, obrigado Com. 5 DN!



Escrito por molleri às 08h27
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  Cría cuervos...

Cría cuervos...

NOTA DO CLUBE NAVAL


 

24/11/2008.


 

A REVOLTA DE 1910

Faz, neste mês de novembro, 98 anos desde a eclosão da revolta de 1910, que colocou de um lado os canhões dos encouraçados, e do outro, as instituições da República.

Foi um episódio lamentável, pois representou o rompimento da legalidade, a fragilização da ordem constitucional, a quebra da hierarquia e da disciplina e, sobretudo, resultou no assassinato de oficiais e praças que se opuseram à sedição e ao motim, entre eles o Capitão-de-Mar-e-Guerra João Batista das Neves, Comandante do Encouraçado Minas Gerais.

As reivindicações dos revoltosos, que precisam ser compreendidas na época e no contexto em que foram feitas, terminaram acolhidas pelo Congresso Nacional que, sob a mira dos canhões, votou, inclusive, a anistia.

É completamente fora de propósito trazer para o tempo presente um conflito superado há quase cem anos, e, ao arrepio da história, tentar vinculá-lo à questão racial, como se fez no evento do dia 20 de novembro no Rio de Janeiro.

Em toda a revolta de 1910 a ninguém ocorreu perguntar sobre a raça ou a cor da pele dos revoltosos ou dos que morreram na defesa da legalidade.

Enganam-se aqueles que acham possível dividir a Marinha em negros e brancos ou em oficiais e praças.

Não é possível.

O povo brasileiro bem sabe que após os eventos de 1910, oficiais e praças lutaram e morreram, pela honra da pátria, na Primeira e na Segunda Guerra Mundial.

É a eles que devemos prestar homenagem.

 

JOSÉ JULIO PEDROSA

Almirante-de-Esquadra

Presidente do Clube Naval



Escrito por molleri às 11h09
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  Já temos ALMIRANTE!

Já temos ALMIRANTE!

E um médico e ser humano como poucos.



Escrito por molleri às 18h03
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  De ponta cabeça

De ponta cabeça

 

LAMENTÁVEL

 

Um triste acontecimento na História do Brasil e da sua própria Marinha foi a " Revolta de 1910", um fato deplorável, um motim planejado e premeditado que causou mortes e sofrimentos de pessoas, principalmente no Encouraçado "Minas Gerais", onde estava servindo João Candido Felisberto, um marinheiro de raça negra, um suposto líder e mentor do movimento, mas que , na verdade obedeceu ao sinal ou a ordem de outros cúmplices, para dar início às danosas ações que se desenvolveram. À João Candido, hoje batizado de Almirante Negro, por aqueles que desconhecem o seu verdadeiro comportamento, coube posteriormente apenas negociar a anistia. Naquele episódio, vários oficiais, sargentos e marinheiros foram sacrificados, enquanto instalações e materiais diversos foram danificados,sobressaindo o massacre a que foi submetido o então Comandante do  "Minas Gerais" que teve o seu corpo desrespeitado por um dos revoltosos que ainda urinou sobre seu cadáver. Num curto espaço de tempo, estava também ocorrendo  uma crise institucional de extrema gravidade, ameaçando inclusive a cidade do Rio de janeiro, na época, a capital do País. Tal episódio deve ser considerado como uma ruptura do preceito hierárquico, uma vez que, na Marinha do Brasil as reivindicações dos subalternos, em via de regra, quase sempre obtiveram a compreensão, o reconhecimento e o respaldo para decisão superior, por meio de argumentações e diálogos entre as partes envolvidas. Assim, em hipótese alguma, aquele movimento não pode ser interpretado como ato de bravura ou de caráter humanitário e a Marinha deste País , estou certo, jamais reconheceria qualquer heroísmo naquelas ações desencadeadas pelos amotinados. Portanto, no meu entender, não existiu a menor justificativa para que fosse homenageado um "Falso Herói", na ocasião em que se comemora o "Dia da Consciência Negra", com a colocação de uma estátua daquele indisciplinado marinheiro na Praça XV , nesta cidade, num evento que contou com a presença de autoridades, notadamente a do Comandante Supremo das Forças Armadas – O Presidente da República. Considero mesmo que, no dia 20 de novembro de 2008, a nossa imaculada Marinha do Brasil foi desprestigiada, Marinha que sempre esteve presente em defesa da nossa soberania, desde quando atuou para consolidar a nossa independência, como também, nas duas Guerra Mundiais que eclodiram nos idos de 1914 a 1918 e de  1939 a 1945.

LAMENTÁVEL.

Alfredo Karam , Almirante-de-Esquadra  ex-Ministro da Marinha

"Lula comparou o homenageado a outros personagens da história brasileira que enfrentaram militares- o beato Antônio Conselheiro, líder de Canudos, no início da República; Gregório Bezerra, comunista torturado em 1964; e o guerrilheiro Carlos Marighela, morto em 1969 - e disse que os brasileiros "precisam aprender a transformar seus mortos em heróis". Na cerimônia, João Cândido foi chamado de "almirante", embora a Marinha o considere chefe de um motim contra a hierarquia. "Não sei quantos brasileiros hoje teriam coragem de se rebelar contra seus comandantes", afirmou Lula, diante de representantes de movimentos contra o racismo e do público que comemorava o Dia Nacional da Consciência Negra." (Estadão)

Meus heróis são bem outros. Ah, e por quê o preconceito generalizado no gesto de promover o Cândido a Almirante. Alguma coisa contra os valorosos cabos da MB?



Escrito por molleri às 13h54
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  "Os russos estão chegando"

"Os russos estão chegando"

"O porta-voz da força aérea russa Vladimir Drik confirmou a agências locais que dois bombardeiros Tu-160 (vetores de armamento nuclear) patrulharam a costa oriental da América Latina, decolando da base venezuelana El Libertador."



Escrito por molleri às 16h22
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