Praça d`armas
  Descansem em PAZ Marinheiros!

 
 

Descansem em PAZ Marinheiros!

 

 

Memória aos Mortos da Marinha em Guerra

Hoje é dia de homenagear, aqueles que deram a vida em nome da Nação por ocasião de conflitos defendendo a Pátria. A data 21 de julho, em memória aos Mortos da Marinha em Guerra, foi oficialmente definida a partir do Aviso Ministerial nº 1.121, de 22 de setembro de 1969. O documento ratificou a importância dos homens imbuídos da noção do cumprimento do dever “até o sacrifício da própria vida” que participaram de uma série de missões na II Guerra Mundial.

 Somente na Segunda Guerra Mundial, entre 1942 e 1945, faleceram 469 militares e 3 civis em navios da MB, incluindo as baixas fatais dos Navio-Auxiliar Vital de Oliveira, Corveta Camaquã e Cruzador Bahia. Somando os dois Oficiais que morreram no Submarino R-12 (US Navy), e os 15 militares mortos em navios mercantes, a MB perdeu 486 dos seus homens. Houve, ainda, 967 mortos extra-MB nos 33 ataques do Eixo à nossa Marinha Mercante, redundando em 1.456 brasileiros falecidos na defesa das linhas de comunicação e no tráfego marítimo nacional.

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA

 

 



Categoria: Marinha
Escrito por molleri às 10h23
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  Bom dia Curitiba!



Escrito por molleri às 07h46
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  A VERDADE

 
 

A VERDADE

Quanto mais mentiras eles contarem mais diremos a VERDADE!



Categoria: Política
Escrito por molleri às 09h10
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  Justiça afinal

 
 

Justiça afinal



Categoria: Política
Escrito por molleri às 09h43
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  Falando por nós

 
 

Falando por nós



Categoria: Marinha
Escrito por molleri às 11h06
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  Marinha, SEMPRE!

 
 

Marinha, SEMPRE!

Este não é um discurso. È um depoimento que Vocês devem conhecer.
Meus colegas de Marinha. Estou chamando Vocês de colegas. Para mim são, embora já esteja com 90 anos e quando me desliguei do serviço ativo Vocês ainda não tinham nascido. Nossa Marinha tem um espírito de corpo extraordinário que foi muito reforçado na 2ª. grande guerra. O navio é um só. O risco é de todos. Essa condição faz o cérebro de toda a guarnição comandar as ações ajudando uns aos outros. No caso da guerra não podia haver erros, atrasos, falta de atenção. Tudo tinha de ser executado para garantir o cumprimento das ordens de operações, a segurança dos navios e de suas próprias tripulações. O nível de preparo para essas ações era tal que ninguém precisava dar ordens. Tudo era feito automaticamente no subconsciente. Todos sabiam o que fazer. Graduação, títulos, nada representava. Os 24 a bordo eram todos solidários. Para mim, repito. Vocês são colegas. A Marinha é uma só. E nossa guarnição também se comportava como uma coisa só.
A Guerra se alastrava em 1942 e a Escola resolveu operar continuamente para ganhar tempo. Acabaram as férias. Em Agosto de 1942 foram afundados 6 navios e morreram mais de 600 brasileiros. O Brasil declarou Guerra. O Brasil e os EEUU fizeram um acordo de cooperação de vigência imediata. O Brasil permitiria a instalações de bases operacionais americanas onde necessárias às operações que seriam conjuntas. O Brasil receberia todos os equipamentos de uma usina siderúrgica, a CSN, 24 navios antissubmarinos, equipamentos e munição antissubmarina para equipar os navios nacionais, e instalaria todo o armamento dos 3 destróier em construção no AMRJ. Organizariam os comboios e o fornecimento de mantimentos para manter as tropas aliadas na Europa. O Exercito enviaria uma Divisão de soldados para o teatro de operações da Itália e a Aeronáutica um Grupo de Caças.
O esforço de guerra foi enorme. Os comboios de 10 em 10 dias saiam do Rio com destino a Trinidad, sem escalas, com 20 a 30 navios, cada um levando 10.000 toneladas de arroz ou feijão, ou milho, ou açúcar, ou café ou outros grãos. Recebíamos a informação via radio cifrada da posição de cerca de 6 submarinos permanentemente detectados pelo sistema radiogoniométrico na costa brasileira. Para aumentar a segurança o Comodoro no navio líder do Comboio, alterava o rumo frequentemente procurando desviar-se desses submarinos. A missão dos navios escolta era garantir a passagem dos mantimentos para a guerra, não caçar submarinos. Missão cumprida com um mínimo de perdas.
Até Recife a escolta era brasileira. Ai emendava escolta mista até Trinidad onde todos reabasteciam. A escolta de ida trazia outro comboio de volta.
Os navios de 70 anos atrás não tinham as condições de trabalho e o conforto dos navios de hoje. Não existia ar condicionado. Era só ventilador. Quando no porto, o navio devia estar sempre pronto. O Comandante só liberava o pessoal para ir a terra às 18 horas devendo estar a bordo às 23. O comum era receber ordem para zarpar às 24 horas. Cada dois meses aportava no Rio de Janeiro trazendo um comboio e saia 6 dias depois comboiando. No Rio, trabalhava-se diariamente, mas era permitido dormir em casa.
Água doce refrigerava os motores em circuito fechado com trocador de calor. Era estratégica. Qualquer vazamento nas juntas dos motores obrigava utilizar a água doce do navio para não interromper a escolta em andamento. Para garantir esse estoque de água, ninguém podia gastar água. Era vedado fazer a barba, tomar banho ou lavar qualquer roupa. Só podia lavar os dentes. Comia-se o que era possível preparar. Era terminantemente proibido fumar a bordo para não ser percebido pelo periscópio de algum submarino. Os navios viajavam inteiramente às escuras.
O caça pau era um navio pequeno, valente e bem construído. O mar da Costa Norte do país, chamado de picadinho pelas suas ondas curtas, fazia o navio se chocar com as ondas, tremendo todo e gerando uma chuva de água salgada que cobria o navio. Só se dormia na exaustão e no calor dessa área perto do equador. Quem tivesse de ir ao convés ou trabalhar no tijupá tomava banho salgado durante todo o serviço. Que uniforme ou roupa usar nessas condições? O comum era usar bermuda mescla e tamancos ou sandália baiana com sola de pneu velho. Após o serviço, descia para dormir salgado. O lençol da cama ficava gosmento de suor e sal. Quando o mar era de través e o navio balançava de 10 a 30 graus, o único jeito de dormir era se posicionar em esquadro com um ombro no casco de madeira e o outro no colchão da cama para não ser rolado na cama o tempo todo.
Eu servi no caça dois anos. Nunca ouvi qualquer comentário, queixa ou desabafo dessas precárias condições. Comandei muita gente na minha vida profissional, mas nunca vi senso de responsabilidade, espírito de equipe e dedicação às operações como nas guarnições dos navios de patrulha durante a guerra. Já recebi muitos diplomas e medalhas na vida, mas o meu maior orgulho e honra foi ter feito parte da guarnição do caça executando serviço de guerra. Por isso chamei Vocês de colegas. Se tivermos de enfrentar operações de guerra novamente tenho certeza que agiriam da mesma forma que os colegas dos navios da Marinha na guerra. Essa é a gente da nossa Marinha. È nessa Marinha que Vocês foram incorporados.
Cmte Antonio Didier Vianna, PhD.



Categoria: Marinha
Escrito por molleri às 13h54
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Escrito por molleri às 14h32
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  Missão cumprida!

 
 

Missão cumprida!

 

Por ocasião da passagem para a reserva do AE Gusmão comemoramos o fim de nossa missão na ativa da Marinha. 47 anos de bons serviços. Bravo Zulu!

 

 



Categoria: Marinha
Escrito por molleri às 09h32
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Escrito por molleri às 09h57
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  Red line

 
 

Red line



Categoria: Política
Escrito por molleri às 11h55
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  "Existem três tipos de homens: os vivos, os mortos e os que andam no mar."

 
 

"Existem três tipos de homens: os vivos, os mortos e os que andam no mar."

 

 



Categoria: Marinha
Escrito por molleri às 17h03
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  O abraço dos afogados

 
 

O abraço dos afogados



Categoria: Política
Escrito por molleri às 07h12
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  Se va el carnicero hijo de p***

 
 

Se va el carnicero hijo de p***

Se van a encontrar en infierno!

 



Categoria: Política
Escrito por molleri às 07h56
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  Azul

 
 

Azul



Categoria: Marinha
Escrito por molleri às 15h54
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  O Bi REU

 
 

O Bi REU

 

 



Categoria: Política
Escrito por molleri às 07h38
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