Praça d`armas
  Até que enfim!

 
 

Até que enfim!



Categoria: Marinha
Escrito por molleri às 07h26
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  Ex-ministro da defesa vai pro bailéu!

 
 

Vai pro bailéu!

 

 



Categoria: Marinha
Escrito por molleri às 15h30
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“DEMOCRATAS E NACIONALISTAS”

V Alte Paulo Frederico Soriano Dobbin

Presidente do Clube Naval

Gen Div Gilberto Rodrigues Pimentel

Presidente do Clube Militar

Maj Brig Marcus Vinícius Pinto Costa

Presidente do Clube de Aeronáutica

20 de maio de 2016

            

 

Na terça-feira passada o Diretório Nacional do PT divulgou sua Resolução Sobre a Conjuntura, que visa a orientar seus filiados no estudo dos problemas atuais do país e guiá-los para a luta que pretendem travar contra os “golpistas” que estão prestes a derrubar Dilma e afastar o PT do poder depois de 13 anos.

            O documento apresenta uma série de chavões esquerdistas, como dizer que o Estado está agora sob a direção de velhas oligarquias, que as mesmas aplicaram um golpe de estado, que estamos adotando o modelo econômico preconizado pelo grande capital, que o impeachment é um golpe casuístico para depor um governo democraticamente eleito, e por aí vai.

            Analisa, também, as possíveis falhas que levaram ao fim do projeto socialista de eternização no poder.

            Entre tais erros, aponta:

 

  “Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da informação.”

 

            O parágrafo é particularmente revelador sobre a mentalidade distorcida que domina a esquerda e a insistência em suas teses de dominar instituições que, no cumprimento da lei, impedem a realização de seus sonhos totalitários, que eles denominam democratas, na novilíngua comunopetista.

            Assim, enxergam uma sabotagem conservadora na ação democrática que os impediu de dominar a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, seu objetivo permanente.

Voltam, ainda, a insistir na reformulação dos currículos das escolas militares, reduto de resistência à releitura da História que pretendem, o que fica claro na Base Nacional Comum Curricular proposta pelo MEC, e também nos textos revisionistas constantes dos livros didáticos, particularmente os de História, com que vêm difundindo suas ideias distorcidas e fazendo verdadeira lavagem cerebral em nossos jovens estudantes, há longo tempo. Diga-se, também, que isso ocorre sob o olhar complacente e até mesmo sob o aplauso de mestres e pais politicamente corretos.

            Insistem, por outro lado, no domínio da imprensa por meio do controle das enormes verbas publicitárias que controlam.

            Quanto à promoção de oficiais com compromisso democrático e nacionalista, isto é o que vem sendo feito desde sempre, pois as Forças Armadas são o maior depósito e fonte de brasileiros democratas e nacionalistas de que a Nação dispõe.

            Neste caso, democratas e nacionalistas no sentido registrado nos dicionários da língua portuguesa, ao contrário do já assimilado no senso comum modificado de que nos fala Gramsci, o que já é empregado como o sentido “verdadeiro” dos termos pelos petistas.

            Para Gramsci, democracia é o sistema de governo que se funda na hegemonia das Classes Subalternas (o povo) e na absorção da Sociedade Política (o Estado) pela Sociedade Civil (“Estado Ampliado”).

Neste conceito, democracia é “governo do povo”, no qual não se inclui a burguesia – “não-povo”. Não somos democratas neste sentido deturpado da palavra.

            Quanto ao nacionalismo, este sentimento patriótico é explorado pelos movimentos revolucionários de esquerda como Ideologia Intermediária que induz nos integrantes da sociedade nacional atitudes e opiniões (senso comum modificado e ativismo) anti-imperialistas e, por extensão, anticapitalistas e antiliberais.

Para nós, o nacionalismo é um sentimento patriótico de vinculação do indivíduo à nação, que se manifesta em atitudes e ações políticas, econômicas e sociais espontâneas e construtivas, dando prioridade ao que nos é próprio e aos interesses nacionais. Não é, necessariamente, contra ninguém ou contra qualquer ideia que não nos agrida.

             Por aí vemos, mais uma vez, o cuidado que devemos ter ao ler qualquer documento de partidos esquerdistas, pois a linguagem que empregam é, maliciosamente, deturpada para que concordemos com ela.

 



Escrito por molleri às 21h38
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  Sem recursos

 
 

Sem recursos

"A Marinha está com 46% da frota parada e sem navios de escolta suficientes para dar proteção às plataformas do pré-sal. A previsão é que o projeto de construção do submarino com propulsão nuclear atrase mais quatro anos, sendo concluído após 2025 - última projeção feita."

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2016/05/15/falta-de-recursos-deixa-46-da-frota-da-marinha-parada.htm



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Escrito por molleri às 17h43
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  Exorcizando a Bruxa

 
 

Exorcizando a Bruxa



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Escrito por molleri às 09h56
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  Game over!

 
 

Game over!



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Escrito por molleri às 14h44
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  Adeus!

 
 

Adeus!



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Escrito por molleri às 11h00
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  Vive la Revolución!

 
 

Vive la Revolución!



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Escrito por molleri às 16h53
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  Abaixo o comunismo!

 
 

Abaixo o comunismo!

Quase mil estátuas de Lênin foram removidas na Ucrânia desde que os manifestantes antigoverno derrubaram um monumento dele em Kiev no final de 2013



Categoria: Política
Escrito por molleri às 20h20
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  Prece patriótica



Escrito por molleri às 10h28
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  Amém!

 
 

Amém!

“Peça, meu irmão e minha irmã, a graça de pisar a cabeça da serpente”, diz o bispo de Aparecida em sua homilia, “de todas as víboras que insistem e persistem em nossa vida, daqueles que se autodenominam jararacas, pisar a cabeça da serpente, vencer o mal pelo bem. Por Cristo Nosso Senhor. Amém!''



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Escrito por molleri às 09h27
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  TEJE preso exxx-presidente

 
 

TEJE preso exxx-presidente



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Escrito por molleri às 07h27
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  ZICABRÀS

 
 

ZICABRÀS

29/02/16 - "Se queres a paz, prepara-te para a guerra!".

"Se queres a paz, prepara-te para a guerra!".

Por Gen Ex Rômulo Bini Pereira*

Informações oriundas do Ministério da Defesa e publicadas em órgãos de imprensa asseguram que 200.000 militares brasileiros estão sendo empregados no mutirão de combate ao mosquito "aedes aegypti", uma verdadeira guerra segundo o próprio titular da Pasta. Para os que possuem um conhecimento do número de militares das Forças Armadas, esse efetivo anunciado é surpreendente.

Nesse emprego, válido em seu mérito, a quantidade de militares empenhados causa uma real preocupação. É sinal que nossas fronteiras e organizações militares estão desguarnecidas, nossos navios estão atracados ou à deriva e os nossos aviões sem tripulação para a condução de nossas autoridades para ouvirem suas bases.


As Forças Armadas, no período da Nova República, têm sido empregadas constantemente em "ações complementares", com o objetivo de dar apoio à população, não só em calamidades de toda ordem, mas também em ações de caráter social, a substituírem órgãos que não possuem a capacidade ou competência para conduzir com eficácia tais operações. O Exército, inclusive, adota o lema "Braço Forte - Mão Amiga", esta representando o apoio à população brasileira.

Nos governos petistas este emprego é de um crescimento constante, parecendo não medirem consequências. "Chamem o Exército" é um mote a ecoar nos corredores de Brasília e até mesmo no Palácio do Planalto. Talvez ele represente fielmente o que já foi dito por um de seus líderes: "É uma mão-de-obra barata, nada questiona e nem entra em greve". Sem dúvida uma visão de sindicalistas.

Essa "guerra ao mosquito" representa também uma tentativa do governo central de atingir um grau mínimo de credibilidade. Efetivos expressivos das Forças Armadas — instituição de maior credibilidade no país —, o noticiário intenso da mídia televisiva e a presença de autoridades do primeiro escalão governamental nas grandes capitais são fatos que assinalam uma jogada de marketing na busca da sonhada credibilidade.

Para renomados infectologistas e pesquisadores do vírus não será o empenho dos militares que irá atenuar a gravidade da epidemia. Asseguram não só que a "guerra ao mosquito" poderá desmoralizar as Forças Armadas, bem como que os elevados recursos empenhados seriam melhor aplicados em pesquisas ou no aparelhamento de hospitais e postos médicos.

É preciso deixar claro que essa ação deve ser temporária, sob pena de as Forças se tornarem uma "ZICABRÁS", uma estatal com garantia de ineficiência, como as demais. É uma ação meritória, porém não poderá ser de longa duração, pois ela e outras "ações complementares" já influenciam as missões constitucionais das Forças Armadas.

Essa influência, claramente negativa, apresenta dois efeitos. O primeiro se faz sentir em especial na Força Terrestre, por sinal, a que sempre emprega maiores efetivos, em sua grande maioria, oriundos do Serviço Militar Obrigatório, com duração de nove a doze meses. O segundo dificulta nesse período anual, juntamente com as "ações complementares", a realização de adestramentos coletivos, estes sim a principal componente da formação militar e que realmente proporciona à tropa o grau de operacionalidade desejado. Atualmente se observa uma ênfase em instruções individuais especializadas.

Esta operacionalidade não visa somente o campo externo — Defesa da Pátria — mas também o campo interno que, gradativamente, vai se tornando um campo prioritário, como prescreve o artigo 142 da Constituição, como garantidora dos poderes constitucionais da lei e da ordem. É sempre um questionamento se as Forças Armadas estão preparadas para tais missões.

Nestes tempos de crises políticas, econômicas e sociais, bem como de desgovernos e escuridões, este questionamento ganha vulto no campo interno.

Movimentos sociais, sindicatos, organizações estudantis e não governamentais, militância e até partidos políticos, com destaque para setores radicais do Partido Comunista do Brasil, que tem como uma das proeminências o atual Ministro da Defesa, pregam abertamente a tomada do poder pela força, caso necessária. Nas badernas que conduzem invadem propriedades, quebram, destroem, bloqueiam vias e estradas, agridem e matam. Não se nota qualquer medida de maior expressão para coibir estes vandalismos. Seus líderes tem livre trânsito nas altas esferas governamentais.

E esses vandalismos poderão se agravar caso o ex-presidente Lula sofra qualquer pena judicial, em razão de denúncias que o apontam como tendo recebido benefícios de empreiteiras, conforme processos que já correm no Judiciário. Segundo seus seguidores, os processos são um golpe político-eleitoral e se pretenderem prender o ex-presidente, "haverá reação e vão tocar fogo no país". O seu próprio filho repetiu essas ameaças, alertando que "não se tem ideia da reação que será desencadeada". E, o pior, eles realmente podem iniciar conflitos e manifestações que poderão incendiar o país. Já fizeram no passado e recentemente nas manifestações que antecederam a Copa do Mundo. Estão preparados e estruturados para tal fim, como consta de seus blogs: "Precisarão pôr tanques na rua (de novo) para concretizar esse golpe eleitoral, mas serão fragorosamente derrotados".

Uma afirmativa inconsequente que, se concretizada, poderá agravar o estado de pré-caos em que vive a nação e que levará o povo brasileiro a um conflito interno indesejável e de proporções muito maiores dos que já foram vividos no passado. Uma grave instabilidade institucional que obrigará o emprego das Forças Armadas de acordo com a Constituição. Para isto elas deverão estar prontas, devidamente adestradas em alerta para esses momentos críticos. É tempo de relembrar com ênfase Publius Vegetius:"Si vis pacem, parabellum!".

*Ex-Chefe/Estado-Maior da Defesa



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Escrito por molleri às 09h32
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  Basta!

 
 

Basta!

     Prezados amigos,

     Como cidadão brasileiro e presidente da ATACH venho solicitar o empenho de todos para conscientizar seus familiares e amigos, dando especial atenção aos jovens, da importância de comparecermos na passeata do próximo dia 13 de março, a fim de demonstrarmos a nossa insatisfação com a impunidade, com a corrupção e com o descaso deste governo com o Brasil.

     Entendo que é muito mais confortável criticar na rede social, mas só isso não basta.

     O momento é este: o impeachment da Dilma, a campanha de reeleição da Dilma sendo investigada no TSE, o Lula sendo investigado pelo triplex no Guarujá e pelo sítio em Atibaia, as prisões do João Santana e de sua sócia e esposa, a posição da cúpula do PT em aumentar em 20% o bolsa família, independente do aumento dos gastos do governo, o rebaixamento do Brasil pelas três maiores empresas mundiais de avaliação de risco, afetando diretamente o volume de investimentos no país, a falta de imparcialidade e de credibilidade do Poder Judiciário nas tratativas que envolvem assuntos de interesse do PT, entre outros.

     Precisamos alertar aos jovens que, até o momento, foram fechadas 100 mil empresas e o número de desempregados já alcança o estrondoso número de 9 milhões.

     Com a economia em baixa e descontrolada, sem uma política séria e honesta não há investimento externo. Sem investimento não há empresas. Sem empresas não há emprego. Sem emprego há miséria, há violência. Caos!

    NÃO PODEMOS PERMITIR QUE O BRASIL VÁ PARA O FUNDO DO POÇO SEM NADA FAZER!

    Entendo que num domingo de sol, como provavelmente será o dia 13 de março, é muito melhor ficar em casa, ir à praia, ir ao shopping, do que ir a passeata a tarde com um sol escaldante.

     Mas se entendermos que esse nosso pequeno sacrifício será compensado com o afastamento definitivo de toda essa quadrilha que atualmente governa o Brasil, com a prisão dos culpados, com o fim da corrupção e da impunidade, com nova eleição, com enxugamento dos cargos do Governo, com a reformulação da economia, com o retorno dos investimentos externos, com a vinda de novas empresas, com o aumento de empregos e, finalmente, com a estabilidade da economia e da política, já valeu!

     Desde que entramos na Marinha, fomos orientados a não se envolver com a Política.  Política que seria conduzida por brasileiros responsáveis, competentes e preocupados em defender o Brasil e a criar condições para uma melhor qualidade de vida ao povo brasileiro. Porém, o que vemos, no momento, é um grupo de pessoas despreparadas, mal intencionadas, apátridas, obstinadas e corruptas.

     Diante desse cenário, mesmo sendo militares temos, como cidadãos brasileiros, o direito e o dever de nos posicionarmos contrário a toda essa situação lamentável em que se encontra o Brasil.

     Precisamos entender que as Associações de Turma, como reúnem um número significativo de Oficiais, familiares e amigos, em uma situação desta em que o país está totalmente fora de controle, representam um Grupo de Pressão importante e com grande capacidade para mudar as posições equivocadas das pessoas que nos cercam. Por isso, devemos nos empenhar para convencer o máximo de pessoas a comparecerem a passeata do dia 13/03.

 

     A hora não é de brincadeira! A hora é de reagir enquanto há tempo.

 

Eduardo Cruz (Presidente da ATACH)



Categoria: Marinha
Escrito por molleri às 07h44
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  Programa Fome Infinita

 
 

Fome infinita

 

Ministério da Defesa gasta R$ 650 mil em peixes e frutos do mar

Quase 1 tonelada de camarão, 700 kg de bacalhau: pasta comandada pelo Comunista do Brasil Aldo Rebelo (SP) precisa de"alimentação diversificada e de qualidade".

O ministro declarou que: fica provado, em definitivo, que nós não comemos criancinhas.

 



Categoria: Política
Escrito por molleri às 14h55
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